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Desenterrando pautas com dados

IJD SP dia 2-2
Alunos listam fontes de informação na internet, em uma das dinâmicas da aula sobre obtenção de dados

 

Por Eduardo Carvalho, repórter do G1

Uma das primeiras perguntas que o jornalista faz a uma fonte é se ela tem números que comprovam aquilo que foi falado. Muitas vezes, o “não” vem como resposta e “precisa” ser aceito como verdade.

Às vezes, mesmo com a existência dos dados, a falta de conhecimento no manuseio deles acaba por afastar o profissional da pauta.

A Escola de Dados surge como um “mapa do caminho” a jornalistas e outros profissionais para desmistificar o uso de dados, quaisquer dados, no dia a dia.

O curso dessa terça, por exemplo, me ajudou a desenterrar uma pauta sobre saúde pública que dependia de informações que não foram repassadas por associações ou agências reguladoras. Mas sistemas criados pelo próprio governo me fornecem o que preciso. É só saber manuseá-los. E é o que estamos aprendendo.


Nesta terça-feira, 7 de abril, a segunda aula do curso Introdução ao Jornalismo de Dados, oferecido pela Escola de Dados na Universidade de São Paulo, teve como tema “Introdução à obtenção e análise de dados” e foi ministrada por Juan Torres, instrutor da Escola de Dados e editor do jornal Correio. Ao longo da semana, publicaremos fotos e depoimentos de participantes do curso, com suas impressões sobre as atividades do dia.

O treinamento é gratuito e faz parte do programa Partnership for Open Data (POD), uma parceria entre o Banco Mundial, o Open Data Institute e a Open Knowledge Foundation para acelerar a abertura de dados em países em desenvolvimento. Edições anteriores foram realizadas em Salvador e no Rio de Janeiro. Para ver posts anteriores sobre o curso, clique aqui.

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Comentários (1)

Henrique Geremia Nievinski

Legal!
Estou com um grupo em meio a uma tentativa de expedição de dados online, acabamos de definir um tema e agora vamos justamente para essa etapa em busca dos dados.
Me parece que vai ser o maior dos desafios.
Resolvemos investigar a maioridade penal em outros países em busca de alguns padrões e correlações com outros indicadores.

Se tiverem alguma sugestão de metodologia/abordagem para essa etapa, estamos ainda bem no início e sem muita orientação.

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