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Conheça os novos fellows da Escola de Dados

Há três anos a Escola de Dados vem identificando e escolhendo líderes do letramento de dados ao redor do mundo que ajudaram (e ainda ajudam!) a trazer o conhecimento sobre o mundo dos dados para suas regiões. Nosso Fellowship já graduou 26 indivíduos em 25 países diferentes, na América Latina, Europa, África e Ásia.

Quando decidimos reestruturar completamente o fellowship em 2016 lançamos o desafio de envolver outras organizações que se importam tanto com o letramento de dados quanto a Escola de Dados. Unindo nossas redes e expertise, nós desenhamos um programa audacioso organizado em quatro áreas principais: Jornalismo de Dados, Dados da Indústria Extrativa, Uso Responsável de Dados e uma área a ser sugerida pelo próprio candidato, ou “foco próprio.”

Temos muito orgulho de anunciar a nova turma de 2016 do Fellowship da Escola de Dados. Recebemos e analisamos 736 inscrições vindas de 102 países diferentes. Nossa equipe trabalhou sem descanso para coordenar entrevistas em diversos fuso-horários e nossas organizações parceiras e financiadores tiveram um papel definitivo para ajudar-nos a identificar os melhores candidatos.

Não poderíamos estar mais felizes com essa turma e temos certeza que eles vão causar um grande impacto em suas regiões. Conheça os novos fellows da Escola de Dados:

 

Nika Aleksejeva, Letônia

nikaNika é uma contadora de histórias apaixonada. Em 2013, ela começou a trabalhar para o Infogr.am, um serviço de visualização de dados popular que procura habilitar aqueles que não conhecem o design na criação de visualizações bonitas rapidamente. Em 2014, ela lançou a rede internacional de embaixadores do Infogr.am, que une cerca de 100 entusiastas dos dados ao redor do mundo. Cada um deles leva o poder da visualização de dados para suas comunidades em todo o mundo. A Nika vem de uma carreira jornalística, escrevendo para a área de negócios e histórias guiadas por dados sobre energia, tendências econômicas globais e educação. Ela acredita no futuro do jornalismo digital e continua trabalhando para compartilhar o conhecimento que ajuda a desenvolver novas formas de comunicação. Atualmente, ela trabalha para capacitar jornalistas da Letônia com habilidades jornalísticas liderando a Escola de Dados no país.

Nika faz parte da trilha de Jornalismo de Dados

 

Precious Onaimo, Nigéria

preciousPrecious é um desenvolvedor de software e um entusiasta da tecnologia que acredita que as pessoas podem viver melhor se elas receberem dados que são precisos, confiáveis e fáceis de acessar, de modo a tomar decisões justificadas e de qualidade em tempo real. He foi o vice-diretor de desenvolvimento da iDevWorks Nigeria, onde trabalhou na criação, desenvolvimento e manutenção de muitas soluções corporativas para erradicar a falta, insegurança, erros e atrasos relacionados à coleta manual de dados. Atualmente ele lidera uma equipe de seis programadores para desenvolver soluções de dados abertos em diferentes setores, como agricultura e a indústria extrativa.

Precious faz parte da trilha de Dados da Indústria Extrativa e trabalhará com a organização parceira NRGI

 

Vadym Hudyma, Ucrânia

vadymVadym Hudyma é um ativista dos dados abertos e trabalha como consultor de segurança digital para organizações da sociedade civil e grupos ativistas em Kiev. Ele já esteve envolvido em diversos projetos focados no governo, no sistema eleitoral e na transparência parlamentar da Ucrânia. Suas atividades incluem a análise em massa de dezenas de milhares de candidatos ao parlamento e em eleições locais a fim de identificar crimes de corrupção e violação de direitos humanos. Ele também trabalhou no lançamento de uma vasta base de dados de firmas e indivíduos suspeitos em investigações jornalísticas de anticorrupção na Ucrânia. Um dos seus objetivos principais foi desenvolver políticas e procedimentos de abertura de informações. Como especialista em segurança da informação, ele está ajudando a elevar o conhecimento sobre problemas básicos de segurança digital bem como problemas de privacidade na era digital. Ele também ajuda jovens ONGs no desenvolvimento de políticas de segurança da informações e também atua como instrutor para jornalistas e ativistas trabalhando em zonas de guerra no leste ucraniano e na Crimeia.

Vadym faz parte da trilha sobre o Uso Responsável de Dados e trabalhará com The Engine Room

 

Malick Lingani, Burquina Faso

malickMalick Lingani é um empreendedor social comprometido em melhorar a transparência e a prestação de contas por meio do letramento de dados dentro das organizações, instituições e grupos de mídia. Ele é o cofundador da ONG BEOG-NEERE.org (Por um Futuro Melhor), localizada na capital do país, Ouagadougou. Ele trabalha como cientista de dados e também como mentor para ajudar jovens no desenvolvimento de startups inovadoras e sustentáveis na África sub-saariana desde 2012. Malick é mestre em Ciência da Computação e formação de negócios pela Universidade de Ouagadougou.

Malick faz parte da trilha de Dados da Indústria Extrativa e trabalhará com a organização NRGI

 

Kabukabu Muhau, Zâmbia

kabukabuKabukabu Muhau é uma pesquisadora e estatística especialista em demografia e economia. Ela trabalhou na ONG Coordinating Council como assistente de monitoramento e avaliação. Atualmente, ela trabalha para o Conselho Nacional de Desenvolvimento dos Jovens ajudando jovens da sua região no acesso à informação. Por ter estudado demografia da saúde, ela tem um grande interesse na área da saúde em Zâmbia. Particularmente, ela quer fortalecer o sistema de gerenciamento de dados sobre a saúde do país de modo que ele produza resultados relevantes. Ela também quer fazer mestrado em Saúde Pública para aumentar seus conhecimentos na área da saúde.

Kabukabu faz parte da trilha “Foco Próprio” e vai trabalhar diretamente com a equipe da Escola de Dados

Raisa Valda Ampuero, Bolívia

raisaRaisa é apaixonada pelo impacto de novas tecnologias e redes sociais no meio social. Ela começou trabalhando como gerente de comunidades na campanha “SerBolivianoEs”, liderada pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento na Bolívia, a primeira campanha digital do país. Raisa foi uma coordenadora logística em encontros para espaços digitais mais participativos e inclusivos na Bolívia, como o “Conectádonos I- II”, financiado pela Global Voices e Hivos, onde comunidades indígenas, grupos LGBT, associações de mulheres, entre outros, participaram. Raisa também trabalhou como estrategista de mídias sociais da plataforma digital “La Pública”, um projeto promovido por Hivos que abre e gerencia espaços para a cidadania ativa por meio de redes sociais externas. Ela também é uma ativista dos Dados Abertos nos projetos “Cuántas Más” e “Que no te la charlen”, o último, vencedor da primeira aceleradora de Jornalismo de Dados da Bolívia.

Raisa faz parte da trilha “Foco Próprio” e trabalhará diretamente com a equipe da Escola de Dados em Dados Sobre Gênero

 

Daniel Villatoro, Guatemala

Daniel Villatoro começou a trabalhar como jornalista no Plaza Pública, um veículo digital dedicado para jornalismo de profundidade na Guatemala. Lá, ele trabalhou na editoria de mapas e dados da publicação, como repórter investigativo e em outros projetos guiados por dados. Ele concluiu o programa de treinamento de dois anos do Plaza Pública em 2014. Seu trabalho também apareceu em outras publicações, como El Faro e Data Politica, ambos em El Salvador, Fáctico e Animal Politico, no México e Ojoconmipisto, um projeto sobre corrupção local na Guatemala. Em 2014 ele fez parte do grupo que investigou a forma como o governo guatemalteco escondeu as mortes de crianças que morreram por desnutrição, ao analisar uma base de dados com os registros de mortes do país. Em 2015 ele publicou uma série sobre o financiamento de partidos políticos pesquisando todos os dados fiscais dos três candidatos à presidência mais cotados.

Daniel faz parte da trilha Jornalismo de Dados e vai trabalhar com SocialTIC na América Latina

 

Ximena Villagrán, Guatemala

ximenaXimena estudou jornalismo na Guatemala e fez mestrado em jornalismo investigativo e de dados no jornal El Mundo, em Madri. Atualmente, ela trabalha como jornalista de dados na Guatemala. Ela começou no mundo do jornalismo de dados na publicação Plaza Pública, onde descobriu o poder do jornalismo guiado por dados. Hoje ela está interessada em como os dados abertos e o acesso à informação podem ajudar na criação de ferramentas de jornalismo para todos em seu país. Ela também está criando um modelo para incluir jornalismo de dados na cobertura factual. Em 2015, ela trabalhou na editoria de jornalismo de dados do El Confidencial, na Espanha, onde aprendeu sobre como integrar uma pequena editoria de dados num jornal tradicional. Ela também ensina jornalismo de dados na Universidade del Istmo, na Guatemala, lar da melhor escola de jornalismo do país.

Ela faz parte da trilha de Jornalismo de Dados e vai trabalhar com Internews e SocialTIC

 

Omar Luna, El Salvador

omarOmar estudou Comunicação Social na Universidade Centroamericana Jose Simeon Cañas. Ele se especializou em várias áreas como pesquisa quantitativa e qualitativa, comunicação institucional, cultura popular, revisão de texto e questões de gênero. Em 2008, ele trabalhou em diversas áreas como educação, jornalismo, e pesquisas colaborativas. Dois anos atrás ele descobriu o poder dos dados para avaliar discursos e perspectivas tradicionais em muitas questões, como a violência de gênero e a memória. Atualmente, ele trabalha como consultor de dados do departamento de Inteligência de Negócios do CentralAmericaData.com, um dos maiores portais de negócios da América Central, elaborando relatórios financeiros.

Omar faz parte da trilha de Jornalismo de Dados e vai trabalhar com Internews e SocialTIC

O Fellowship de 2016 da Escola de Dados é possível graças à ajuda generosa dos seguintes parceiros e financiadores:

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