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Parceria entre Correio 24h e Escola de Dados resulta em ferramenta de busca da série “Mil Vidas”

Hoje, o jornal Correio 24 horas lançou uma ferramenta com dados sobre homicídios de 2011 a 2019. Produzida em parceria com a Escola de Dados, a ferramenta de busca da série “Mil Vidas” contém informações de todos os crimes violentos letais intencionais (CVLIs) reportados pela Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA) de janeiro de 2011 a junho de 2019.

Desde 2011, o jornal mantém um banco de dados sobre CVLIs, com coletas diárias do boletim de ocorrências do site da SSP-BA. A escolha de disponibilizar estes dados, segundo o site, se deve à remoção de antigos registros pela secretaria, processo que vem ocorrendo desde 2018.

A partir de dados capturados manualmente e organizados em CSVs, Álvaro Justen, instrutor da Escola de Dados e responsável pelo desenvolvimento da ferramenta, desenvolveu uma aplicação que baixa a planilha, classifica as vítimas por gênero a partir de uma biblioteca de nomes e gera os arquivos para a interface web.

Em matéria para o Correio, Juan Torres, editor de inovação do jornal, explica: “A gente espera que a ferramenta sirva para que as pessoas possam se informar sobre quem são as vítimas. Ela é importante porque dá nome aos mais de 16 mil mortos nesse período. Além do acompanhamento por números, é preciso ter a conscientização de que são pessoas”.

Confira aqui a matéria completa sobre a nova ferramenta disponibilizada pelo Correio 24 horas

Esta é a segunda parceria entre a Escola de Dados e o Correio 24h. A primeira, realizada em abril de 2018, deu origem a uma série de reportagens sobre a balneabilidade das praias do litoral baiano e à disponibilização todos os dados sobre balneabilidade das praias da Bahia desde 2007.

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Comentários (1)

Muito interessante! A geração desses dados é obrigatória? Com base em qual norma?

Imagino até que famílias podem ter identificado entes desaparecidas(os).

A propósito, como ficam os casos de mortes sem identificação?

E, como assim, “classifica as vítimas por gênero a partir de uma biblioteca de nomes”? Os arquivos das ocorrências não indicam os gêneros?

Esse levantamento, permite, então fazer um contraponto às estatísticas oficiais?

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