A transformação de territórios e maretórios pela geração cidadã de dados

SOBRE O WORKSHOP

Como territórios/maretórios estão sendo transformados (pensados, problematizados, disputados e vividos) por coletivos organizados através do trabalho com dados produzidos localmente? Neste painel, convidamos ativistas e pesquisadores que trabalham com dados situados, isto é, com o levantamento e a mobilização de dados territorializados, tanto para comunidades do Marajó, como para todos os municípios do Pará. O objetivo é debater métodos, vivências e desafios sobre suas experiências com o que se conhece por “geração cidadã de dados”. A partir de perspectivas diversas, buscamos explorar maneiras de enfrentar os novos colonialismos, reconhecendo que as tecnologias usadas para tomar decisões tecnopolíticas, especialmente na região amazônica, revelam uma disputa em curso.

NÍVEL

Básico.

PRÉ-REQUISITOS

Não há pré-requisitos.

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Bianca Barbosa

Quilombola do Salvaterra, Marajó-PA. Gestora de projetos do Observatório do Marajó, integrante do grupo de juventude negra quilombola de Salvaterra, “Abayomi”, Graduada em licenciaturas plena em ciências biológicas pela Universidade Federal do Pará/campus Soure, e especialista em gestão de sistemas agroextrativistas para territórios de uso comum na Amazônia, pelo instituto amazônico de agriculturas familiares da UFPA.

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Cristivan Alves

Sócio e fundador da Associação Remanescente de Quilombo do Igarapé Arirá – ARQIA, Então Quilombola do Igarapé Arirá, município de Oeiras do Pará. Graduado em Comunicação Social – Jornalismo, na Faculdade de Comunicação – FACOM/ UFPA (2019). Pós- Graduando em Jornalismo de dados, inteligência artificial e pesquisa netnográfica, na FACOM-UFPA.
Jornalista na Sociedade Paraense de Defesa dos Direito Humanos – SDDH e na Coordenação das Comunidades Remanescentes de Quilombos do Pará – Malungu.  

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Marcos Ronielly

Professor na área de Engenharia Sanitária e Ambiental. Pós-doutor em Geografia Regional. Doutor e Mestre em Ciências Ambientais. Especialista em Docência no Ensino Superior e Engenharia de Segurança do Trabalho. Bacharel em Engenharia Ambiental. Graduado em Gestão Ambiental.

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Rodrigo Firmino

Professor titular em gestão urbana na PUCPR, coordenador do Jararaca, Laboratório de Tecnopolíticas Urbanas, e membro-fundador da Rede Latino-Americana de Estudos sobre Vigilância, Tecnologia e Sociedade

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