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SOBRE A ESCOLA DE DADOS
Dados em prol de sociedades mais conscientes, sustentáveis e justas

A Escola de Dados é uma rede global comprometida com o avanço do uso de dados para resolver problemas reais em prol de sociedades mais conscientes, sustentáveis e justas. Acreditamos que o debate bem informado e embasado pode diminuir espaços de polarização, criar abertura para a diversidade de vozes e formar pontes entre importantes atores para influenciar políticas públicas e gerar mudança social.

PROBLEMAS > DADOS > MUDANÇAS

Dados que afetam diretamente a vida das pessoas estão cada vez mais acessíveis, mas muitos dos que estão mais próximos dos problemas – movimentos, jornalistas, agentes públicos – não conseguem fazer uso efetivo destes dados. Buscamos equilibrar o jogo, garantindo que estes agentes de mudança tenham conhecimento, recursos e ferramentas suficientes para participar plenamente da era da informação.

Nossa missão é aumentar a alfabetização em dados em todo o mundo, e para isso desenvolvemos capacitações, engajamos comunidades e produzimos novos recursos e metodologias de aprendizagem. Também promovemos reflexões e pesquisas sobre as implicações sociopolíticas de uma sociedade cada vez mais guiada por dados e pelo viés científico-tecnológico.

Atuamos no Brasil desde novembro de 2013 e já formamos mais de 6 mil pessoas em atividades presenciais e online, além de conduzir treinamentos sob demanda para diferentes organizações.

Nossas metodologias baseadas em treinamentos “mão na massa”, que partem da identificação de problemas reais, e nossa organização do fluxo de trabalho com dados (data pipeline) se tornaram referências no ensino de dados.

REDE GLOBAL
A Escola de Dados surgiu em 2012 no Reino Unido, como parte da Open Knowledge Internacional, com o propósito de incentivar a aplicação efetiva dos dados abertos pela sociedade civil. Os recursos e metodologias criados foram sendo adaptados por indivíduos e organizações interessados em aplicá-los em seus contextos locais, e organicamente a iniciativa começou a se constituir como uma rede. Hoje possui membros e colaboradores ativos em diversos países do mundo, incluindo Brasil, México, Espanha, Itália, França, Romênia, Hungria, Indonésia, Índia, Nigéria e África do Sul. A rede atende diversos atores da sociedade com interesse nas múltiplas aplicações de dados para o avanço democrático.
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pessoas treinadas pela rede
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Às vezes, mesmo com a existência dos dados, a falta de conhecimento no manuseio deles acaba por afastar o profissional da pauta. A Escola de Dados surge como um “mapa do caminho” a jornalistas e outros profissionais para desmistificar o uso de dados, quaisquer dados, no dia a dia. O curso dessa semana, por exemplo, me ajudou a desenterrar uma pauta sobre saúde pública que dependia de informações que não foram repassadas por associações ou agências reguladoras. Mas sistemas criados pelo próprio governo me fornecem o que preciso. É só saber manuseá-los. E é o que estamos aprendendo.
– Eduardo Carvalho, aluno do curso “Introdução ao Jornalismo de Dados”
EQUIPE
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Álvaro Justen
Conhecido como Turicas, é usuário, ativista e colaborador de projetos de software livre há mais de 9 anos, pythonista e disseminador do Arduino e de diversas iniciativas colaborativas. Atualmente ministra cursos sobre Arduino e Python por todo o Brasil, palestra em diversos eventos de tecnologia, desenvolve software em Python e vários projetos usando o Arduino.
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Juan Torres
Gerente de projetos da Escola de Dados e editor de Inovação do Correio. Em 2016, foi fellow ICFJ no programa Caminho Digital para Empreendedorismo e Inovação na América Latina e atuou como jornalista no The Texas Tribune. Teve trabalhos reconhecidos nos prêmios INMA Global Media Awards (2016 e 2017), Latam Digital Media (2015, 2016 e 2017), Petrobras de Jornalismo (2017), Data Journalism Awards (2012), Kurt Schork Awards (2012) e Prêmio Esso (2011).
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Natália Mazotte
É diretora-executiva da Open Knowledge Brasil, onde lidera o programa da Escola de Dados, e co-fundadora da revista digital Gênero e Número. Atua como instrutora e palestrante em temas relacionados a métodos digitais, dados abertos e acesso à informação. É docente nos cursos de pós-graduação em Jornalismo Digital da PUC-RS e da IESB e instrutora em cursos do Knight Center, da Universidade do Texas. Tem mestrado em comunicação na UFRJ e pós-graduação em Estratégia Digital na Universidade Pompeu Fabra.
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Isis Reis
Formada em Publicidade e Propaganda pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), trabalhou na comunicação do Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase), produzindo conteúdo digital, traduções e visualizações de dados para diversos projetos da instituição. Atualmente, trabalha na Open Knowledge Brasil, lidando com curadoria de conteúdo, mídias sociais e a comunicação da Escola de Dados Brasil.
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Marco Túlio Pires
É coordenador do Google News Lab no Brasil. Jornalista e programador, foi Coordenador de Telejornais na Globo e Repórter de Ciência em VEJA. Liderou as áreas de transparência, tecnologia e inovação na Secretaria de Desenvolvimento Social do estado de São Paulo e também foi coordenador da Escola de Dados no Brasil. Antes do Google, foi gerente global da School of Data supervisionando os trabalhos da rede em 15 países.
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Adriano Belisário
É formado em Comunicação Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e trabalha com jornalismo investigativo e jornalismo de dados. Desde 2014, colabora com a Agência Pública. É membro da Escola de Dados no Brasil e criador da plataforma Agrega.la, que reúne conteúdos de mídia independente na América Latina. Foi editor da edição online da Revista de História da Biblioteca Nacional.
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